📌 Post 5: Poder e sofrimento psíquico

O poder, no ambiente corporativo, é um tema delicado. Ele pode ser instrumento de construção coletiva, mas também se transformar em fonte de opressão e adoecimento.

O poder como máscara

Muitos gestores, ao assumir posições de comando, utilizam o poder como parte da sua persona.
Isso pode levar a uma relação de distância, frieza e até autoritarismo.

Quando o gestor adoece

  • O gestor pode acreditar que só é valorizado pela função que exerce.
  • A pressão para manter essa posição gera ansiedade, medo da perda e insegurança.
  • Colaboradores, por sua vez, podem projetar no líder suas próprias frustrações, aumentando o peso psíquico do cargo.

Reflexão junguiana

Para Jung, a unilateralidade (quando o indivíduo se fixa apenas em um aspecto da psique) leva ao desequilíbrio.
No caso do poder, a unilateralidade gera rigidez, isolamento e sofrimento.

👉 No próximo artigo, vamos explorar a transferência e contratransferência no ambiente corporativo.

Para se aprofundar nesse tema, veja o artigo do Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa (IJEP) e as publicações da Associação Junguiana do Brasil (AJB).
Essa publicação integra a série Psicologia Analítica no Trabalho, inspirada em meu TCC.
Leia na integra: Aqui

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