
O poder, no ambiente corporativo, é um tema delicado. Ele pode ser instrumento de construção coletiva, mas também se transformar em fonte de opressão e adoecimento.
O poder como máscara
Quando o gestor adoece
- O gestor pode acreditar que só é valorizado pela função que exerce.
- A pressão para manter essa posição gera ansiedade, medo da perda e insegurança.
- Colaboradores, por sua vez, podem projetar no líder suas próprias frustrações, aumentando o peso psíquico do cargo.
Reflexão junguiana
Para Jung, a unilateralidade (quando o indivíduo se fixa apenas em um aspecto da psique) leva ao desequilíbrio.
No caso do poder, a unilateralidade gera rigidez, isolamento e sofrimento.
👉 No próximo artigo, vamos explorar a transferência e contratransferência no ambiente corporativo.
Para se aprofundar nesse tema, veja o artigo do Instituto Junguiano de Ensino e Pesquisa (IJEP) e as publicações da Associação Junguiana do Brasil (AJB).
Essa publicação integra a série Psicologia Analítica no Trabalho, inspirada em meu TCC.
Leia na integra: Aqui
